A redação forense, a narração jurídica, é de crucial importância aos operadores do direito. Ganha maior importância, para nós, advogados, porquanto, com a inicial, comunicamo-nos com o juiz. Expressamos nossos argumentos, de sorte a convencê-lo à procedência do pedido. O mesmo se diz à defesa, haja vista, também, ter por norte obter-se a improcedência do pleito.

 

Nesse contexto, necessário alguns cuidados.

 

CONFIRA NOSSO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADO [ NESTE LINK ]

 

 

Por vezes, até mesmo, chega-se a não se obter êxito, tão somente por que a mensagem, confusa, imprecisa, inviabilizou esse desiderato.

 

Eu já havia gravado um vídeo com esse enfoque. Confira-o neste link.

 

Interessante também dar uma olhada no Manual de Redação da Presidência da República.

 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), de igual modo, tem interessante proveitoso material acerca da redação oficial, inclusive com dicas de português.

 

O Superior Tribunal de Justiça, do mesmo modo, tem seu Manual de Redação Forense.

 

Muito expressivo, idem, o Manual de Redação Oficial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.

 

No site do Senado Federal, você encontra um excelente material com esse enfoque, sobremaneira quando aborda, com mais vagar, o português. Vale a pena conferir.

 

Por certo o arrazoado não pode ser rebuscado. Todavia, tal-qualmente, deve-se evitar a linguagem chula, não comprometida com o mínimo rigor do vocabulário jurídico.

 

De mais a mais, inconcebível se empregar de linguagem recheada de jargões, ou aquela utilizada no cotidiano, em total desprezo à boa técnica da produção escrita.

 

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Por isso, mostrarei algumas condutas adequadas à boa dissertação. No caso, por meio de infográfico (imagens, de rigor, falam mais do que palavras), enfocarei os 7 elementos da narração jurídica. Veja o que será comentado:

  • Quando = referente ao momento que ocorreram os fatos;
  • Onde = o local em que sucederam;
  • Quem = a precisão dos personagens envoltos;
  • O quê = diz respeito à pormenorização dos fatos;
  • Como = a forma, concatenada, do enredo fático;
  • Porquê = o motivo que deu ensejo ao acontecido;
  • Por isso = as consequências decorrentes do fato.

 

Se possível, deixe seu comentário ao final deste artigo. É importante ouvi-lo, atentar-me a sugestões de outros temas a serem tratados.

Confira o infográfico sobre os 7 elementos da narração jurídica

Infográfico - 7 elementos da narração jurídica - Prática Forense Civil - Prof Alberto Bezerra

Infográfico - 7 elementos da narração jurídica - Prática Forense Civil - Prof Alberto Bezerra